quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Voltamos!

Sim!Voltamos,o blog estará muito mais ativo agora e já voltamos com tudo de novo e do melhor!Rpg World,simplesmente o melhor!

sábado, 20 de agosto de 2011

Resenha:Lanterna Verde


A Warner Bros fez um grande negócio anos atrás. Enquanto a Marvel distribuiu os direitos de seus super-heróis por diversos estúdios até criar o seu próprio, a Warner comprou a DC Comics décadas atrás, possuindo os direitos de todos os seus personagens. Com isso, explora sozinha em todas as mídias (cinema, TV e games) todos estes personagens. Óbvio que um dos maiores (se não for o maior) investimentos é na área do cinema, em que filmes que trazem adaptações dos feitos heroicos geram zilhões. Como as duas maiores franquias da Warner, Batman e Superman, estão programadas para 2012 e 2013 respectivamente, o estúdio lançou mão de um herói com um pouco menos de cartaz, mas com fãs suficientes para garantir um bom retorno financeiro enquanto os dois pesos pesados não entram em ação.
poster nacional lanterna verde 697x1024 Resenha: Lanterna Verde
Lanterna Verde (Green Lantern, E.U.A/2011), dirigido por Martin Campbell (Goldeneye, A Mascara do Zorro e Cassino Royale), traz para as telonas o projeto bastante antigo, que demorou a ser desengavetado do filme do personagem criado por Martin Nodell e Bill Finger, que estreou em 1940 na revista All American Comics número 16 e que se popularizou na década de 60 . Na trama, o piloto de testes Hal Jordan (Ryan Reinolds de A Proposta e Três Vezes Amor) recebe do alienígena Abin Sur um anel que lhe garante poderes e o integra a um esquadrão intergaláctico cuja tarefa é manter a paz no universo.
A má notícia para os fãs é que a adaptação está longe de ser das mais felizes. O Lanterna verde, apesar de não ser tão popular como Batman, Superman e Mulher Maravilha (fica ali entre o Flash e o Arqueiro Verde), tem um séquito de seguidores que a Warner parece ter desconsiderado, entregando um produto genérico para faturar uns trocados no verão americano. O Hal Jordan de Ryan Reinolds não encanta, falta alma, carisma, naturalidade. Com seu jeito fanfarrão fica muito próximo de um sub Tony Stark, porém sem o carisma de Robert Downey Jr. e sem um script que o favoreça. A velha questão do homem errado é o homem certo já foi exaustivamente colocada, mas aqui o acaso é tamanho que não convence, bem como seu repentino engajamento em uma causa de proporções cósmicas. Sendo o playboy inconseqüente, deveria no primeiro momento pelo menos tentar usar os poderes do anel em benefício próprio, somente próprio. Daí vem a também reprisada máxima de que grandes poderes trazem grandes responsabilidades que depois de Kick Ass talvez ninguém mais leve a sério.
 Resenha: Lanterna Verde
O que também poderá incomodar os fãs é ideia encontrada para o uniforme, demasiadamente equivocada, uma roupa que na verdade se mistura à pele e com efeitos reluzentes tudo feito por CGI acoplado à cabeça do ator. È de doer, lembra a armadura do Superman que seria usada no filme do Tim Burton com Nicolas Cage (procurem fotos, concept art na internet). O pior é que nas tomadas em que só vemos o personagem do pescoço para cima fica nítida a gola de borracha do uniforme, não é possível que tenha sido contenção de despesas. Triste também é ver a atuação de Peter Sarsgaard, em um contexto de possessão alienígena que lembra Jeffrey Jones em Howard O Super Herói, só que bem menos divertido. Do outro lado temos uma boa, mas subaproveitada Ângela Bassett como Doutora Waller e Mark Strongcomo Sinestro que tenta dar alguma credibilidade à trama.
O roteiro pouco ajuda. Greg Berlanti, que já escreveu scripts para séries de TV como Dawson’s Creek, Everwood e Brothers and Sisters e o também roteirista de seriados Michael Green (Smallville e Heroes), junto com mais cinco colaboradores entregam um material pouco consistente não restando ao diretor Martin Campbell muito que fazer. O cineasta que brindou o público com bons exemplares do cinema de franquia como a reintrodução de Zorro para a nova geração em A Máscara de Zorro (1998), ou os dois ótimos reinícios da série 007, em momentos distintos, Goldeneye (1995) e Cassino Royale (2007), em Lanterna Verde atua como um diretor de aluguel preocupado apenas em elaborar cenas de ação montanha russa e explorar o 3D estereoscópico. Nisso o filme acerta, os efeitos estereoscópicos funcionam muito bem, principalmente quando a grande ameaça, o parasita espacial Parallax está em cena.
Em suma, Lanterna Verde não justifica nem a espera e nem os dólares gastos no projeto de um personagem que merecia um tratamento de primeira divisão e foi relegado à segunda, uma vez que o primeiro time de criação e parte técnica da Warner está todo distribuído entre Man Of Steel e The Dark Knight Rises. Para aqueles que não têm uma forte ligação com o personagem e procuram apenas uma diversão ligeira que dê duas horas de descanso para os neurônios pode ser uma boa pedida, mas para os fãs do universo DC resta torcer para que o possível filme de Flash seja feito com um pouco mais de carinho.
FONTE:http://www.ambrosia.com.br/2011/08/19/resenha-lanterna-verde/

sábado, 30 de julho de 2011

Resenha:Capitão América

A produção do Marvel Studios, Capitão América – O Primeiro Vingador, completa o ciclo de filmes de personagens da editora Marvel Comics que se unirá no épico Os Vingadores. Além do Capitão América, Homem de Ferro, Thor e Hulk juntarão suas forças contra uma ameaça maior.
O Primeiro Vingador, como o título deixa claro, cumpre a função de apresentar as primeiras origens dos super-heróis da Marvel. As produções anteriores, Homem de Ferro 1 e 2, Thor e O Incrível Hulk se passavam no presente,enquanto O Primeiro Vingador retrocede no tempo, se passando nos anos 1940.
Aliás, há duas cenas – a primeira e a última – que se passam no presente, servindo para fazer a ponte imediata com os outros filmes do Marvel Studios.
Bucky Barnes tem um papel importante na trama.
A escolha de centrar o foco nos anos 1940 foi um acerto da produção. Realmente, como afirmou o diretor Joe Johnston, O PrimeiroVingador toma o mesmo espírito dos filmes de Indiana Jones, que se passam mais ou menos na mesma época. Falando nisso, Johnston vem da “escola” de Steven Spielberg, de quem é discípulo – ele dirigiu Jurassic Park III, sob o olhar atento do famoso diretor.
Ação no estilo Indiana Jones.
Na produção do Marvel Studios, Johnston não faz feio: o filme tem aquele tom de aventura (exagerada) passada no tempo pretérito, cheio de piadinhas visuais que “quebram o gelo” em meio à frenética ação. O bom humor – uma marca dos filmes do estúdio, como Homem de Ferro estabeleceu bem – está presente o tempo todo, mas de maneira bem dosada, sem comprometer alguns momentos dramáticos.
Outro ponto positivo é como o longametragem brinca com a mitologia do Capitão América, acomodando personagens e situações marcantes em conjunto a referências rápidas que só podem ser sacadas por quem conhece bem o Universo Marvel.
O fato de Peggy Carter ser britânica não é explicado: um dos problemas.
A cena da capa da revista Captain AmericaComics de 1941, em que o super-herói dá um soco em Adolf Hitler, não somente aparece no filme (não da maneira como o espectador pode esperar), como a própria revista também aparece na trama, de maneira bem sacada.
O amigo James “Bucky” Barnes, o Comando Sevalgem, a namorada Peggy Carter, o cientista nazista Armin Zola etc. estão lá, todos bem aproveitados e inseridos em contextos, por vezes diversos dos quadrinhos, mas bem adaptados à trama cinematográfica.

Howard Stark: conexão com os outros filmes.
Há referências que viram quase como piada. O cientista Armin Zola, por exemplo, tem sua primeira cena com o rosto aparecendo dentro de uma tela de imagem, algo que os leitores de quadrinhos logo entendem o que quer dizer. Outro caso é o Tocha Humana original (aquele criado por Carl Burgos, em 1939) que aparece em meio à Expo Stark 1943, a mesma que é um destaque na trama de Homem de Ferro 2.
Ao longo do filme, várias situações remetem aos futuros filmes da Marvel: Howard Stark, o pai de Tony Stark; a fonte de energia que dará origem às armaduras do Homem de Ferro; o soro que dará origem ao Hulk; e a mitologia nórdica de Thor que desempenha papel central no filme.
Por fim, O Primeiro Vingador é um bom filme de ação, descompromissado, sem grandes complicações. Em termos de narrativa ou conteúdo, não está no mesmo nível de X-Men – Primeira Classe (o melhor do gênero neste ano até agora) e talvez não seja tão bom quantoThor (embora, alguns discordem), mas é uma boa diversão.
Nick Fury também está no filme.

Há problemas, claro, momentos piegas, momentos “hollywood” (“que tal um beijinho antes de eu saltar do carro em alta velocidade para cima de avião prestes a decolar”), mas nada disso compromete o filme de todo. O espectador, mesmo aquele sem interesses aumentados por Os Vingadores pode assisti-lo sem dificuldades. Aqueles que esperam pela superequipe, claro, gostarão mais ainda.
Ah, e não saia antes do fim dos créditos para ver um teaser trailer de Os Vingadores.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Imagens[8]


















Ledd daqui a pouco!!!

Bem galerinha,nunca mais postei e agora estou de volta,apresento a vocês fãs de tormenta esta HQ que infelizmente ainda não foi lançada mas terá o cenário de tormenta,pois é, é o rpg invadindo o mundo dos HQ,espero ver uma boa qualidade.Aí uma imagem